Sexta-feira / 14 de outubro - 21:30 / Matriz - Casa Cultural

V BH INDIE MUSIC
O maior festival de música independente é realizado entre 7 de setembro e 18 de outubro quando acontece uma grande concentração de artistas e bandas autorais de todo o país, em Belo Horizonte. A programação é plural em estilos e itinerante em espaços da capital.
Às sextas-feiras, o V BH Indie Music expõe na Casa Cultural Matriz duas cenas: a underground e a experimental. No dia 07 de outubro a programação apresenta o rock autoral e underground da cidade com as bandas Consciência Suburbana, Irônika, Os Decréptos e Dead Vines. No dia 14 de outubro o experimentalismo dos trabalhos de Luis Curinga, Os Anormais (de Chico de Paula e Paulo Thomáz), Bob Cunha, Francesco Napoli interagem com a carioca Orquestra Visceral.
Interativo, o festival pode ser acompanhado pelo blog http://vbhindiemusic.blogspot.com e mídias sociais em tempo real.
Os Anormais
Chico de Paula e Paulo Thomaz se conheceram nos ensaios do Monstruário Ilustrado, uma performance do feitoamaos, realizada para o Itaú Cultural/SP, em 2002. A partir de então realizaram diversos trabalhos em parceria até efetivarem o duo em 2011. Em 2003 compõem juntos a trilha do documentário Quem Sou Eu?, dirigido por Chico de Paula, realizando também oficinas e uma performance com os quase 50 meninos que participaram do trabalho. Em 2004, Paulinho compôs a trilha do videodança Dentro do Movimento, premiado pelo Itaú Cultural, dirigido por Chico de Paula e Patrícia Werneck. Em 2005, na Zona de Invenção Poesia&, se juntam para uma performance que deu origem ao trabalho atual, que mescla elementos da música e da performance. O nome veio da primeira parceria musical, Os Anormais, que foi gravada pela primeira vez na voz da Rita Medeiros. O trabalho evoluiu e gerou inúmeras aparições recentes, como na apresentação do Paulo Thomaz e The Kamerons e numa performance conjunta no Bordello, em 2010. Em 2011 fazem o Arte Insensata com Rui Moreira e a performance poética Sem Lei Nem Rei, que os motiva a trabalharem o duo. Hoje buscam ampliar as possibilidades de intervenção e ação a partir dos elementos e formas artísticas presentes na linguagem do trabalho.
Orquestra Visceral (Niterói)
A partir de educações religiosas e ideais humanos, Tiago Barros junto com o Davi Hermsdorff formaram a Orquestra Visceral. Composto também pelo o Bruno Machado, Asy Sanches e Hainner Fon, aonde a Orquestra Visceral passa, cativa a todos presentes nas suas apresentações. Além do som visceral e letras marcantes, a Orquestra Visceral leva um ideal de vida. Sempre disposto a criar soluções no meio de tantos problemas, a Orquestra Visceral sempre lembra a importância de ajudar um ao outro, sem querer nada em troca, assim levando o amor mesclado de todos os sentimentos divinos para as pessoas mais desacreditadas da bondade humana.
BOB CUNHA (BH)
É isso... PowerPop!
Formada no final de 2001. Beatles, Herman Hermits, Beatles, The Hollies, Beatles, The Birds, Beatles, Jovem Guarda, Beatles… são as influências – declaradas, sem rodeios, diretas !!! Canções curtas, boas letras, melodias grudentas... PowerPop! As músicas postadas no Myspace são o resultado do trabalho realizado com a parceira de Marcelo Mercedo (Ímpar) – Videotape.
Francesco Napoli (BH)
Francesco Napoli está em momento muito fértil de sua carreira. Após concluir o mestrado em Estética e Filosofia da Arte, veio investindo em produções artísticas como o disco/performance de poesia biosonora “NEONÃO” ao lado de Wilmar Silva em 2010, lançou o livro de poemas “árvore em V” este ano, o cd “tropofonia” produzido a partir das experiências sonoras do programa de rádio que, em 2010, ganhou o prêmio Roquette Pinto e do qual é apresentador e produtor e agora vai lançar seu primeiro trabalho musical solo: “pausa para”. O show: “pausa para” é um disco de canções em processo de criação registradas de modo não-definitivo. Francesco Napoli, em seu primeiro trabalho solo, reuniu os amigos e gravou suas idéias de modo espontâneo, criativo e intermidiático.
Localizada no Terminal Turístico JK, a Casa Cultural Matriz têm sua trajetória marcada pela diversidade de expressões artísticas para as quais abre seu espaço. Do rock à MPB, passando por DJs, rappers, atores, artistas plásticos, dançarinos, quadrinistas e poetas, a Matriz abriga também expressões da música erudita e do cinema.